7/01/2009

Às vezes prefiro ser óbvia...e dizer: não acredito que M. Jackson morreu!!!

Há momentos que é melhor correr o risco e ser igual... Ser ímpar é ter critério...
Se quiser me igualar aos raros intelectuais, deixarei de registar a tristeza que senti com a notícia da morte de Michael Jackson...como não almejo mesmo isto, lá vai!!!
"Não, não posso ser indiferente a momentos vividos tão intensamente por mim e meus amigos naquela época. Ben, música que marcou minha infância e todas as outras que me acompanharam durante a adolescência: lindas, fortes, se ouvi-las agora, choro.
Que bom ser de uma geração que pode chorar de saudade de um ídolo!!! Mas, parafraseando Cazuza ": meus heróis morreram de overdose...!!! E continuam morrendo, por outros motivos também. A morte é certa e dura...!

Que consolo terei se até Michael Jackson morre?
Precisamos de novos heróis! Novos ícones!
Descanse em paz, junto de Deus!!!

6/02/2009

O curioso caso de Benjamin Button

O filme “O Curioso Caso de Benjamim Button” está sob a direção de David Fincher e com a atuação de Brad Pitt, Cate Blanchett, Julia Ormond e Tilda Swinton.

A história é uma adaptação de um conto da década de 20, escrito pelo norte americano F. Scott Fitzgerald que narra a história de Benjamin Button (Brad Pitt) um homem que nasce com cerca de oitenta anos de idade e vai rejuvenescendo ao longo dos anos. A história inicia e termina em New Orleans, contando com algumas datas históricas, entre elas, o fim da 1ª guerra mundial e o furacão Katrina que destruiu parte de New Orleans em 2005, o que acaba passando ao expectador uma sensação de realidade impressionante.

Comentários: Um filme que prende sua atenção, pois cada cena é uma surpresa. E porque não dizer, mesmo que piegas, se um dia, alguém não se perguntou :
"Por que não nascemos velhos? " Ao assistirem ao filme poderão, após reflexão, obterem a resposta.

http://www.youtube.com/watch?v=EvX5bJD29mc

5/29/2009

Descobri este vídeo e adorei!!!

http://www.youtube.com/watch?v=-FstA03uWXE

5/20/2009

Amor da minha vida...

Quem disse que, apesar de tantos afazeres (escola, casa, livros, filhos...) não sobra tempo para uma declaração de amor:

Morê (é como chamo meu maridão Luiz Carlos Rosa), você é ímpar e sei que adora que escrevo para você, embora não goste muito de retribuir...mas, nesta vida, nada se cobra, tudo deve ser espontâneo.
Saiba que preciso de você (mesmo que demodé) para poder escrever, refletir, amar, sentir a vida:

"Por você eu dançaria tango no teto
Eu limparia os trilhos do metrô
Eu iria a pé do Rio a Salvador
Eu aceitaria a vida como ela é
Viajaria a prazo pro inferno
Eu tomaria banho gelado no inverno
Por você eu deixaria de beber
Por você eu ficaria rico num mês
Eu dormiria de meia pra virar burguês"

Te amo!

Por que um blog?

Há muito não sentia vontade de escrever, eu que adoro ler e escrever ? Li tanto sem querer, li para quem não quis me ouvir...
Até que, aos 43 anos sabia que faltava algo. Só ler de tudo um pouco, resolver cruzadas e sudokus não era o bastante. Então ,através de um amigo, Fernando Félix tive o sabor de conhecer um blog. o qual me homenageava. Em casa, meu filho Victor me entusiasmou com suas brilhantes idéias, enlouqueci e tudo começou...

Não paro de pensar no que vou colocar aqui.

Grande responsabilidade, mas não dá para passar pela vida, sem registrá-la.
Viver é uma dádiva e aproveitar cada segundo, uma bênção, logo, Carpe Diem.
Carpe Diem é a minha oração, (aproveitar cada minuto da vida, da melhor forma possível).

Escrever bem ou mal, não importa, está no meu sangue. Meu pai, Luiz Tademos é grande repentista e eu quero apenas prosseguir...

Educar é amar!

Desculpe-me os pessimistas, mas para escrever é preciso motivação e é , pelo menos, o que nós, professores lutamos para conquistar em sala de aula: Grande desafio da educação.


Não, não é apenas escrever, mas saber fazê-lo.


Uma dica é que, em sala de aula, sejam os alunos incentivados a escrever sobre si mesmos.

A vida de cada um deles é muito mais que uma mera experiência, mas uma coleção de sentimentos, que, com ou sem família, engloba raiva, amor, desamor, vingança, tristeza, esperança, marginalidade, carência. Abstratos, porém sentidos na própria pele.

Os alunos têm muito mais vida e experiência do que podemos supor. Atrás de cada carinha oculta por bonés, adornada por mp3, celulares pendurados ao pescoço, como se tivessem o mundo tão perto, há pessoas. Gente que tem um futuro remoto e incerto e que precisa apenas de um mestre que ilumine seu caminho. Este pode ser você professor, que poderia ter escolhido qualquer outra profissão, mas sonhou em educar. Não desista, pois no final da carreira terá certeza de que todos profissionais, desde os mais simples até a maior sumidade passaram por suas mágicas mãos.


Ser docente, é, acima de tudo, ser decente.